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Retomando o blog e com as antigas categorias (e aproveitando o fato de que não fiz nenhuma resenha esse ano), vou aproveitar para fazer um breve comentário sobre o que achei dos filmes. Na ordem do que menos gostei para o que achei melhor.

4. JULIE & JULIA (idem)
Nem seria necessário mencionar que essa comédia é dirigida pela cineasta Nora Ephron. Tudo que é familiar aos filmes da diretora estão lá: protagonistas passionais, as relações pós-casamento e, claro, o tom leve e “adocicado”. O adocicado, aliás, é um dos ingredientes essenciais para esse filme que conta a história da cozinheira e escritora Julia Child e seu espelho contemporâneo a blogueira Julie Powell. Quatro anos após o desastroso A Feiticeira, Ephron surge com um longa que também decepciona.

Julie & Julia conta com alguns bons momentos da edição que não deixa o ritmo cair e sempre mantém em ponto o timming cômico da história, mesclando situações episódicas das duas personagens. Meryl Streep acerta novamente e Amy Adams encanta novamente (embora ela já tenha feito o mesmo em Retratos de Família… E Encantada… E Dúvida). O problema reside na escolha das passagens do livro para o longa. Há seqüências que não acrescentam definitivamente nada à trama, enquanto outras foram simplesmente deixadas de lado. Impossível não se irritar com o pouco caso que fizeram com a revelação de Julie no terceiro ato do filme. ** (2 Estrelas)

3. COCO ANTES DE CHANEL (Coco Avant Chanel)
O contraste entre pólos extremos sempre foi algo interessante na moda. A diferença entre o inusitado e o convencional, entre o excêntrico e o discreto, entre o colorido e o monocromático. Para a estilista Coco Chanel havia só uma única visão: o minimalismo. O que, ironicamente, acabou servindo também para a sua biografia, graças à falta de visão da diretora Anne Fontaine.

O longa se preocupa em apresentar a personagem Coco antes de virar a talentosa estilista que deu nome à famosa grife Chanel. O problema é que o filme se prejudica muito em querer amenizar as passagens mais polêmicas da vida de Gabrielle. Há uma certa pretensão em criar a figura da rebelde e heroína Coco e, para isso, há uma completa omissão do envolvimento com o nazismo (seu envolvimento amoroso com oficiais da Gestapo, suas ideias e pensamentos racistas, a traição com seus sócios judeus, tudo foi convenientemente esquecido). Há muito mais de Coco do que uma simples alfaiataria masculina.

Felizmente, Emmanuelle Devos e Audrey Tautou conseguem segurar o filme, mas não há atuação que sustente um roteiro fraco como este. ** (2 Estrelas)

2. (500) DIAS COM ELA ( (500) Days of Summer)
A comédia romântica é um dos gêneros mais batidos de Hollywood atualmente. Difícil de ganhar frescor com tantas bombas chegando as salas semana a semana (Sandra Bullock que me perdoe, mas até A Proposta, a comédia romântica de maior bilheteria do ano, foi incrivelmente fraco). Por isso que com a estréia de 500 Dias Com Ela dá para constatar que ainda assim há espaço para reinovações.

Joseph Gordon-Levitt surpreende como o excessivamente protagonista romântico o que faz com que Zooey Deschanel seja eclipsada em cena toda vez que contracena com ele. A linha narrativa fragmentada é especialmente um dos maiores achados do filme, assim como as diversas “interrupções”. O momento em que é apresentado parelalemente a “expectativa” e a “realidade” é um dos pontos altos do longa. A trilha sonora que conta com faixas de Carla Bruni, Regina Spektor e Feist é outro destaque a ser feito. **** (4 Estrelas)

1. ABRAÇOS PARTIDOS (Los Abrazos Rotos)
A metalinguagem e a forte figura feminina (assim como a presença de Penélope Cruz) sempre foram temas recorrentes na filmografia de Almodóvar. Aqui em Abraços Partidos não é diferente. O cineasta faz um apunhado de tudo o que já fez e transforma seu último longa em uma obra auto-homenageadora que celebra todo seus trabalhos anteriores. A diferença é que tudo funciona sem a menor pretensão.

A história dentro da história que ele já havia trabalhado em filmes como Má Educação, surge em uma versão melhorada. A comédia kitsch e pastelão também consegue seu espaço sem criar dissintonia com o tom dramático do longa. Até mesmo o forte elenco feminino coadjuvante há de se elogiar: Lola Dueñas e a eterna e adorável Chus Lampreave brilham nos pouquíssimos minutos que surgem em cena. E é impossível falar de “brilhar em cena” sem mencionar Penélope Cruz (na melhor fase de sua carreira) que encarna uma forte Magdalena e uma destrambelhada Lena que falha miseravelmente na composição de uma Audrey Hepburn. **** (4 Estrelas)

Fechando a categoria 4 coisas nesse ano de 2008 (ainda em condicões precárias, não se esquecam!), pensei em dedicarmos esse espaco para aqueles típicos filmes que se proliferam e surgem em nossas televisões nessa época de fim de ano. Os melhores? Com certeza não são, mas são aqueles que é bem provável que já tenhamos vistos várias vezes.

natal44- O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas)
Praticamente obrigatório no Halloween, esse filme também é quase certo na hora de selecionar filmes natalinos. A animacão sobre Jack, o esqueleto sem cor, que resolve adotar outra prática festiva após cansar-se dos sustos de 31 de outubro. O longa é produzido por Tim Burton e já arrematou status de cult e fãs pelo mundo inteiro. Vale a pena? Com certeza! Principalmente pelas maravilhosas e inspiradas cancões, como a belíssima “Jack’s Lament”.

natal33- Pode Me Chamar de Noel (Call Me Claus)
Presenca garantida nas grades vespertinas da Globo, a producão conta com o carisma de Whoopie Goldberg como uma executiva que contrata um ator para se passar por Papai Noel, mas não contava com o fato dele ser o verdadeiro Noel que ainda por cima pretende se demitir do cargo. Vale a Pena? Dá para passar sem, mas é um daqueles tipos de producões que, quando visto na época certa, acaba agradando pela sua simplicidade.

natal22- O Grinch (How the Grinch Stole the Christmas)
A producão mais nova da lista, mas mesmo assim é sempre transmitida e conferida por todos. O filme é adaptado do conto de Dr. Seuss sobre uma amarga criatura que arma um plano para acabar com o Natal dos felizes habitantes de uma vila. Conta com a presenca de Jim Carrey, da sempre boa Christine Baranski e com a narracão de Anthony Hopkins.  Vale a Pena? Apesar de contar com os trejeitos exagerados de Carrey (o que sempre acaba soando como um veículo para o ator se promover, em vez do filme), o longa é muito bem feito e surpreende as expectativas.

natal11- Esqueceram de Mim (Home Alone)
É óbvio que não dava para compilar uma lista dessas e deixar o clássico dos clássicos de fora, não é mesmo? Nem vou me dar o trabalho de contar a sinopse do filme, porque eu duvido que ainda tenha alguém que não tenha visto o filme que deu fama a Macaulay Culkin. Vale a Pena? É claro que vale! O filme não é nada demais, mas ainda é um clássico e os clássicos sempre devem ser conferidos, sejam bons ou ruins. Esqueceram de Mim, entretanto, parece ficar numa classificacão entre eles. Talvez seja culpa das milhares reprises…

FELIZ NATAL A TODOS!

Inspirado pelo acidente de carro de Morgan Freeman, o 4 coisas da semana envolverá quatro melhores seqüências de carro, envolvendo perseguições, corridas, xingamentos, tudo a quatro rodas. Mais uma vez, essas são apenas as minhas opiniões e levem em consideração que só pude listar aqui apenas as 4 seqüências de filmes que vi. Então, se você se lembrar de uma que não estiver aqui, cite nos comentários. De repente eu já posso até ter visto o filme, mas esquecido. Sem mais delongas, vamos aos selecionados:

4) Velocidade Máxima (1994)
Mulher no volante perigo constante? É bem verdade que Sandra Bullock não é o exemplo de um bom motorista nesse filme, mas tendo em mente que o ônibus explodirá se tiver uma velocidade menor que 80 km/h podemos perdoá-la. Uma das melhores seqüências do filme é a cena em que Jack e Annie, os personagens de Keanu Reeves e Sandra, têm que lidar com uma situação inesperada: a estrada tem uma parte não finalizada. Essa cena é uma das mais lembradas em questão de adrenalina, emoção, e um dos melhores momentos do filme.

3) Ronin (1998 )
Não foi muito difícil para o cineasta John Frankheimer filmar as diversas cenas de perseguições em Ronin. O diretor é um ex-piloto de corridas amador e um especialista em filmar seqüências de carros. Nesta sua produção, ele fez questão de que suas corridas fossem bastante reais. Para isso, ele não utilizou muitos efeitos especiais e o ator Skip Sudduth, o Larry do filme, realmente dirigiu grande parte de suas cenas no carro. A seqüência que segue, apesar de dublada em espanhol, é a melhor do filme.

2) Os Irmãos Cara de Pau (1980)
Os Irmãos Cara de Pau foi um dos precurssores em questão de corrida de carro. A produção de John Landis utilizou mais de 40 dublês para dirigir 60 carros de polícia. A seqüência em que há uma perseguição no estado americano de Illinois foi responsável por destruir mais carros que qualquer outro filme realizado naquela época.

1) Operação França (1971)
É impossível falar de perseguições de carro e não falar de Operação França. O filme é considerado o melhor do gênero justamente por suas ótimas seqüências. Há uma cena em que o dublé Bill Hickmann, que tem um pequeno papel no filme, dirigiu em alta velocidade (com o diretor William Friedkin filmando no banco de trás) nas ruas do Brooklin sem permissão do governo e das autoridades, acabando por fazer perigosas ultrapassagens, desobedecer sinalização dos semáforos e surpreender pedestres. Tudo isso para conseguir cenas mais reais e verossímeis. As sequências envolvem batidas e colisões reais que entraram na edição final do filme.

Com o lançamento do trailer Harry Potter e o Príncipe Mestiço, resolvi fazer um comentário aqui no blog ressaltando quais seriam os quatro filmes da série que mais gostei. Mas como é uma idéia bem batida (além de só ter cinco pra escolher), resolvi ir um pouco mais além e escolher quatro filmes que o trailer tenha me feito lembrar.

4- Sinais (Signs, M. Night Shyamalan)
Na verdade é apenas em uma única seqüência que lembrei de Sinais. A cena em que surge uma perseguição no milharal lembra bastante aquela cena em que Mel Gibson e Joaquin Phoenix procuram por invasores em sua casa. Aliás, é incrível como milharal sempre aparece ambientando essas perseguições, não é mesmo? Só não me lembro essa seqüência no livro. Já li faz algum tempo e realmente não me recordo. Quem souber sinta-se à vontade para me contar nos comentários!

3- Oliver Twist (idem, David Lean)
Harry Potter sempre me fez lembrar de Oliver Twist, e agora não é diferente. Só que agora a intensidade é menor, já que os garotos cresceram e o tom dramático do filme aumentou. Quer dizer, Oliver sempre foi trágico: garoto órfão que sofre no orfanato (é só trocar “orfanato” por “casa dos tios” que fica igual ao Harry), encontra refúgio com um senhor que se faz bonzinho, foge e é perseguido, entre outras coisas que é melhor não revelar para não estragar quem ainda não viu o filme. Mas acho que não tem como comparar isso com “um apocalipse iminente” que a chegada do Voldemort tratá para o mundo dos bruxos.

2- Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel (Lord of the Rings – The Fellowship of the Ring, Peter Jackson)
Que Gandalf e Dumbledore sempre se pareceram muito isso ninguém tem dúvida. Até mesmo J. K. Rowling a autora de Harry Potter já admitiu ter se inspirado nas obras de J. R. R. Tolkien. Mas há algo mais parecido entre esses dois personagens que ocorre no primeiro filme da franquia de Tolkien. Não quero revelar mais nada para não estragar surpresas. Não é só porque fiquei sabendo disso antes mesmo de conseguir ler o livro, que vocês também devem.

1- A Profecia (The Omen, Richard Donner)
Essa é talvez a associação mais rápida que a gente possa fazer. Ver o Voldemort quando ele ainda era Tom Riddle e confessar a Dumbledore sobre o seu dom é realmente assustador. No livro, essa é uma das melhores seqüências: interessante, envolvente e desafiadora. Não é a toa que o próprio Dumbledore revela que essa sua memória seja a mais importante que já teve. Mal posso esperar para ver o que David Yates fez com ela. Aliás, ver David Yates na direção novamente me incomoda. Será que fui o único a não gostar do trabalho dele?

Não viu o trailer? Não faz idéia do que estou falando? Então veja o vídeo logo abaixo.

À essa altura, todos já devem saber sobre os 100 anos da imigração japonesa. E para comemorar essa data, resolvi escolher quatro filmes japoneses que possuem uma certa importância no cinema mundial. Como essa ainda é uma lista pequena e sempre é bom reservar espaços para surpresas e filmes mais desconhecidos (ainda que ótmos), não se desesperem com a ausência de alguns longas. Não são necessariamente os melhores e nem todos são tão essenciais para o mundo cinematográfico, mas são longas que merecem a sua devida atenção.

4- Hana-bi – Fogos de Artifício (1997), de Takeshi Kitano
Nishi é um policial (interpretado por Takeshi Kitano que também dirige a fita) descobre que sua mulher possui uma doença terminal. Momentos depois, ele vê o sofrimento de seu parceiro e amigo ao ter que usar cadeira de rodas após ser baleado em uma emboscada. Emocionado com esses acontecimentos, Nishi decide sair da polícia e refletir sobre a sua vida.

Esse belíssimo filme de Kitano ainda é desconhecido do público, mesmo tendo ganhado vários prêmios internacionais, como o Leão de Ouro no Festival de Veneza. No entato, isos é explicável, Hana-bi – Fogos de Artifício não é para todos: o filme possui uma narrativa um pouco lenta e faz uso de poucos diálogos. Mas o que se vê é impressionante. A metáfora utilizada pela produção, como os fogos de artifício representarem uma beleza fulgaz, finita, é um dos seus maiores atributos, assim como a fotografia que prima justamente por não querer criar um espetáculo visual. Em Hana-bi a vida é assim mesmo, cruel, depressiva e sem adornos.

3- Ring – O Chamado (1998), de Hideo Nakata
Após ter um parente morto de forma misteriosa, a repórter Reiko decide investigar a razão do seu assassinato. Ao pesquisar e perguntar para os amigos da falecida, ela ouve histórias sobre um estranho vídeo que, após ser assistido, mata a pessoa em apenas sete minutos. Reiko então decide ir atrás da fita e descobrir mais sobre esse mistério.

O filme em si não é o melhor feito do gênero, e chega até mesmo a ser inferior a sua refilmagem norte-americana em vários pontos. Mas esse é o justamente o motivo dele estar nessa lista. Ring – O Chamado foi praticamente o responsável por revolucionar o gênero de suspense e terror do cinema mundial. Após o sucesso de seu respectivo longa americano, praticamente todas as fitas resolveram apostar em histórias sobrenaturais e oriundas dos países orientais. Ring pode até não ser bom, mas com certeza é um marco para o cinema.

2- Os Sete Samurais (1954), de Akira Kurosawa
No Japão feudal do século XVI, o samurai Kambei aceita proteger uma aldeia constantemente saqueada por bandidos. Contando com a ajuda de outros seis samurais aposentados, Kambei e o grupo treina os moradores para se defenderem em futuros ataques.

A presença dessa produção na lista não deve ser surpresa para ninguém. Kurosawa, além de ser um ícone do cinema japonês, criou esse longa que é possivelmente um dos melhores da história. As lindas tomadas, as maravilhosas seqüências de ação: tudo ocorre como se as três horas de duração passassem voando. Simplesmente, uma obra-prima!

1 – A Viagem de Chihiro (2001), de Hayao Myazaki
Durante uma viagem de mudança, a menina Chihiro e seus pais erram o caminho e acabam parando num misterioso túnel. Curiosos, eles entram e decidem entrar num restaurante do outro lado. O que a pobre Chihiro não esperava é que seus pais, após comer as refeições do lugar, viraram grandes porcos. Esse é apenas o início de um mundo de surpresas e novidades que a menina conhecerá, lidando com espectros, magia, ratos e dragões.

Para muitos, A Viagem de Chihiro certamente não ocuparia esta posição, mas certamente a produção representa muito para o cinema japonês. Além de ser a primeira animação a ganhar o Urso de Ouro em Berim, e a primeira animação estrangeira a ganhar o Oscar de Animação, Chihiro representa a consolidação de um gênero: o anime. O que muitos viam com olhares preconceituosos, como apenas uma fase passageira, acabou se desfazendo após assistir essa fábula. Como uma Alice no Japão Feudal, A Viagem de Chihiro representa a maturidade de uma criança, um mágico ritual de passagem. Um ritual que só poderia ganhar vidas nas mãos do talentosíssimo Hayao Myazaki do também famoso e popular Princesa Mononoke. O gênero de animação ganhou credibilidade e deixou de ser apenas um programa infantil, levando Chihiro a um status de “filme cult”.

Primeiramente, queria pedir desculpas pela minha ausência aqui, mas venho tendo alguns problemas com atualizações por alguns motivos. Mais especificamente 4. Sim, eu sei que hoje não é quarta (tecnicamente é sexta, mas como ainda não dormi, vamos fingir que é quinta), mas faça de conta que é, tudo bem?

4- Faz um bom tempo que não vou ao cinema ou assisto a um DVD. Além da falta de dinheiro tempo, a única estréia decente que teve essa semana foi Speed Racer que, segundo dizem, não é isso tudo o que a gente espera. É claro que há outros filmes que quero assistir, como O Sonho de Cassandra por exemplo, então não achem que eu vou simplesmente sumir.

3- Outro blog. Não sei se sabem, mas possuo um outro blog, o Unidade TV, que é especializado em programas televisivos, de preferência séries. E nesta época, além das séries chegarem aos seus season finales, que é quando ocorre o último capítulo dos seriados, estamos na época do Upfront, em que as emissoras revelam quais programas serão cancelados ou renovados. E como toda temporada tem uma série que me deixa triste por ir embora, eu já estava ansioso e esperando pelo pior para algumas séries que gosto (como Eli Stone, Boston Legal e Everybody Hates Chris), mas felizmente isso não ocorreu. Ou seja, acabei ficando mais preocupado com essas notícias. Vale a pena dizer que eu também pesquisei como editar layouts de CSS para o WordPress, principalmente pois esse meu blog faz aniversário amanhã. Só que depois que descobri que tenho que pagar  para trocar por um template de criação própria, decidi que nada de layout novo de aniversário… Ou seja, tempo jogado pela janela!

2- Vida pessoal. É comum a gente, como leitor, esquecer que o dono do blog que a gente lê tem uma vida por trás desse mundinho nerd. Muitas vezes eu fico cobrando pela atualização de blogueiros que adoro, e depois que descubro o motivo da ausência fico até sem graça. Enfim, agora alcancei a metade do semestre na faculdade e, praticamente, todo dia tenho que entregar um trabalho, fazer pesquisas de campo, elaborar campanhas de produto, resenhas de textos, provas, preparar para debates… Além do mais, a minha cachorrinha (uma linda Cocker Spaniel diga-se de passagem) teve problemas de saúde essa semana, que mais tarde o veterinário descobriu ser uma infecção uterina. Resultado, teve que fazer cirurgia, ficar internada, dar medicamentos… Não que eu esteja reclamando, pois eu a amo muito, mas isso tirou ainda mais espaço do meu tempo livre.

1- Falta de tempo. Na verdade, eu queria mesmo era ter um dia de 48h, pois há tanta coisa que eu quero fazer mas não simplesmente não dou conta. Com tanta coisa que acabo tendo que fazer, às vezes falta ânimo para postar algo aqui, pesquisar notícias que acredito muitas pessoas não saberem (pra tentar trazer uma novidade)… Ou seja, se pra você que chega aqui e não vê post novo, saiba que eu me sinto muito pior. Agora, por exemplo, são 1:40 da madrugada, mas se não postasse aqui, só Deus sabe quando poderia postar de novo. Mesmo morrendo de sono, estou aqui. Então, não pensem que faço pouco caso, ok?

Esse post acabou sendo mais pessoal do que imaginava, mas eu precisava esclarecer algumas coisas. Também não quero que leiam isso e passem a visitar menos o blog. Não! Podem tirar isso da cabeça! Eu vou postar aqui todo dia (com pelo menos 1 dia de atraso entre um post e outro), nem que sejam posts com pouco textos. Agora como as coisas já se acalmaram, serei mais freqüente por aqui.

 

O autor


Marco, brasiliense, 22 anos. Adora Sandra Bullock, mesmo achando metade da sua filmografia desnecessária. Tem uma queda para filmes dramáticos de temática familiar, principalmente se tiver uma cena que resulte em muito choro. Diz que adora o Oscar, mas na verdade só está interessado na categoria Melhor Atriz.

Filmes favoritos: "Dogville", "Crash - No Limite", "Dançando no Escuro" e "A Razão do Meu Afeto".
@canseidisso

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